A vacina contra varicela é uma imunização desenvolvida para proteger contra o vírus Varicela-Zoster, responsável por causar a catapora. A catapora é uma doença altamente contagiosa, caracterizada por febre e erupções cutâneas que causam coceira intensa. Embora geralmente leve na infância, pode evoluir para complicações sérias, especialmente em adultos, gestantes e imunossuprimidos.
Com a introdução da vacina, os casos de varicela diminuíram significativamente, tornando-se uma ferramenta fundamental na prevenção da doença e na redução de surtos em ambientes coletivos como escolas e creches.
A vacina varicela é indicada principalmente para crianças a partir dos 12 meses de idade, como parte do calendário básico de vacinação. Também é recomendada para adolescentes e adultos que nunca tiveram catapora ou que não foram imunizados previamente.
Pessoas que convivem com imunocomprometidos, profissionais de saúde, professores e cuidadores infantis também devem se vacinar para evitar a propagação do vírus. A imunização é essencial para quem planeja engravidar, já que a catapora durante a gestação pode trazer complicações graves ao feto.
A vacina contra a varicela é feita com vírus vivos atenuados, ou seja, uma versão enfraquecida do vírus Varicela-Zoster, que não causa a doença em pessoas saudáveis, mas estimula o sistema imunológico a produzir anticorpos protetores.
Após a aplicação, o organismo reconhece o vírus atenuado e desenvolve uma memória imunológica. Dessa forma, se houver contato futuro com o vírus natural, o corpo estará preparado para combatê-lo rapidamente, evitando que a catapora se manifeste ou tornando seus sintomas muito mais leves.
Atualmente, há dois tipos principais de vacinas contra varicela disponíveis: a vacina monovalente e a vacina tetravalente. A vacina monovalente é aquela que protege exclusivamente contra o vírus da catapora e é frequentemente utilizada em adultos e crianças não vacinadas anteriormente.
Já a vacina tetravalente, também conhecida como vacina tetra viral, oferece proteção combinada contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela. Essa versão é geralmente indicada para o reforço em crianças entre 15 meses e 4 anos, e permite reduzir o número de injeções necessárias em uma mesma consulta.
Apesar de ser segura, a vacina contra varicela apresenta contraindicações importantes. Ela não deve ser administrada em pessoas com imunodeficiência grave, como pacientes em tratamento com quimioterapia ou portadores de HIV com baixa contagem de linfócitos.
Gestantes também não devem receber a vacina, pois o uso de vírus vivos atenuados pode representar riscos ao desenvolvimento do feto. Além disso, pessoas com alergia severa a algum componente da vacina, como a gelatina ou a neomicina, devem evitar a imunização ou passar por avaliação médica antes.
Crianças a partir de 12 meses, adolescentes e adultos que ainda não tiveram catapora ou não foram imunizados anteriormente devem receber a vacina. Em muitos casos, adultos não vacinados podem realizar testes sorológicos para verificar a imunidade antes de receber a dose.
Profissionais que trabalham com crianças, viajantes, cuidadores e pessoas que vivem em áreas com surtos devem garantir a vacinação. Em situações de contato recente com o vírus, a vacina pode ser aplicada em até 5 dias para evitar ou atenuar os sintomas.
As reações mais comuns da vacina contra a varicela são leves e transitórias. Entre elas estão dor no local da aplicação, vermelhidão, inchaço e febre baixa. Algumas pessoas podem apresentar uma erupção leve semelhante à catapora, mas com poucos pontos e sem complicações.
Em casos raros, podem ocorrer reações mais intensas, como febre alta, convulsões febris ou reações alérgicas. É importante informar ao profissional de saúde qualquer histórico de alergias ou eventos adversos a vacinas anteriores.
Indivíduos que não podem receber a vacina devido a contraindicações devem adotar medidas de prevenção rigorosas, como evitar contato com pessoas infectadas, manter higiene frequente das mãos e usar máscaras em ambientes de risco.
Além disso, em situações de exposição ao vírus, pode ser indicada a administração de imunoglobulina específica para varicela-zoster (VZIG), que fornece proteção passiva contra a infecção e pode reduzir a gravidade da doença.
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